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segunda-feira, março 28, 2016

Foto tirada da janela do ônibus, by Wagner Pontes

Hoje venho relembrar uma foto que tirei da janela de meu ônibus apressado e postei no Instagram com a hastag #dajaneladomeuonibus e que foi divulgada pela autora do projeto artístico que vale muito a pena visitar o blog quanto o @instagram de Isabela Faria que tem como objetivo se apropriar da cidade ao observá-la atrAvés dos transportes públicos. E qualquer pessoa pode participar usando a hastag #dajaneladomeuonibus só pelo INSTAGRAM.

segunda-feira, janeiro 04, 2016

6 Poemas de Wagner Pontes na Revista Germina

[imagem ©sezer kari]


O meu agradecimento a querida Adelaide Do por ter divulgado algo meu, pois agora com orgulho e toda felicidade do mundo posso dizer que também faço parte da família Germina - Revista de Literatura e Arte. Seis poemas de minha autoria que algumas pessoas já conhecem, mas agora sendo divulgadas para quem ainda não leu/sentiu via net, CLIQUE no nome abaixo:






Leia, inspire-se, escreva e visite também outros poetas, contistas, crônicos e afins. Digam-me o que acharam.  :D
Emoticon smile




quarta-feira, setembro 02, 2015

Poemas de Wagner Pontes na REVISTA PLURAL RED


Começo de Setembro e a Primavera floresce com 6 poemas de minha autoria publicados na EDIÇÃO ESPECIAL da Revista Artesanal Plural RED, e todo meu agradecimento a escritora/editora Lunna Guedes e ao escritor/editor Marco Antonio pela oportunidade de compartilhar meus suspiros poéticos. 

Além da Revista impressa há também um link disponível para download (pdf) (mas é preciso se cadastrar no ISSUU) ou leitura on-line:






Na Revista também estou acompanhado de grandes nomes da literatura independente como: Adriana Aneli, Bianca Velloso, Marcelo Moro, Thais Barbeiro, Beto Bernardo, Obdulio Nuñes Ortega, Tatiana Kielberman, Wagner Pontes, Mariana Gouveia, Aden Leonardo, Nil Kremer, Lourival Antonio Cristofoletti, Inge Lobato, Emerson Braga, Cristiano Contreiras.


Aos interessados em adquirir um exemplar, favor entrar em contato através do e-mail scenariumplural@globo.com - o lançamento será no sábado, dia 29 de agosto - as 16h00 na Biblioteca Alceu Amoroso Lima - CSMB - Rua Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros | SP.

BOA LEITURA!!!


terça-feira, abril 14, 2015

MANCHA (curto-circuito) por Wagner Pontes

 Egon Schiele: Mother and Daughter, 1913.
Mancha
no peito aquele
vermelho

faísca
o curto-
circuito a espera 
do beijo


domingo, março 08, 2015

domingo, fevereiro 08, 2015

Segunda-feira, por Wagner Pontes


Imagem autor desconhecido


SEGUNDA-FEIRA
Atravessei a simplicidade de suas curvas.

QUINTA-FEIRA
Rabisquei os olhos foscos pela janela de seu corpo.

terça-feira, novembro 20, 2012

Solitarios lapis, por Wagner Bezerra Pontes

Image: Peeble by inkee

Solitarios lapis*

Imóvel

áspera
centrada em si.
Recebera toda atenção do ar suspirante,
toda luz do sol,
todos os seres rastejantes
que perpassavam
sobre sua insustentável existência
sólida.


*Título Provisório do latim: pedra solitária

sábado, outubro 27, 2012

Burning to fly, por Wagner Bezerra Pontes

Imagem: Cais das Colunas

No porto entre
marcas e desgastes
cada dor que guardei.

Num barco de papel
Solitário sob a imensidão do mar,
vagar.
Burning in the sky
Rachar tudo que construí
When i get fly.
A única lembrança será,
Vê-la sorrir
longe de a mar.




By: Wagner Bezerra Pontes

Um porto um cais, por Wagner Bezerra Pontes


Imagem: Anônimo(Unknow)


De longe avistei um brilho no ar,
mas sem remo pra navegar perdi meu porto
e mais uma vez fui fisgado as entranhas do mar.
Meu barco a deriva e sob os encantos de sereias malditas, 
num doce e amargo vagar 
rompera o casco velho e cansado. 
Só através do horizonte e da luz, 
meus versos num cais em deletérios eu quisera ancorar.
Ah, mas quem me dera volver o tempo, 
remar as mãos e morto em exaustão sob teu peito descansar.
Soluçar teu perdão, 
queimar a paixão 
escondida entre as cortinas de teu olhar-cais...


By: Wagner Bezerra Pontes

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Sonata ao crime de um poeta evanescido,por Wagner Bezerra Pontes



Um beijo.
O crime.
Lua escura, a pele nua.
Um lume e candura.

Montes verdes.
Boca nua.
O beijo diante de uma extração.
Uma lágrima suja.
Por ventura queimara o coração.

Diante do leito a amargura, Respir... ação!!!
Pensara a pesada exatidão,
E constatara o brilho de um cometa num segundo de reflexão.
Caminhara por entre o inferno e as névoas da escuridão,
Como Rimbaud provara o grito em alvorada.
Deixara cair o corpo, consumação.
Apenas uma busca, um lume, uma expurgação...

Ah, se soubeste qual lado da lua...
Não me afogaria em tempestade, em navegação,
E em frio cinza como a neve, teceria uma prece.
Implorando teu perdão.
Queimaria minha alma no fundo do vulcão,
E veria escorrer pelo teu seio nu,
A água em expiação.

domingo, dezembro 05, 2010

Seguindo na ternura do furacão





Lute por todas as coisas que você vê,
lute pelo que te faz sentir
pois vou tentar não acompanhar,
o seu mundo girar em torno de nós dois. 

Contarás estórias de um passado 
que não quer mais voltar,
 e voltarei a ver meu fim chegar
agora que toda sina é um tratado de redenção pra amar...

 Tentarei andar lúcido com sangue nas mãos e no coração,
mas esse meu tempo está por acabar,
então te digo e peço: - Lute por tudo e nada...
Não tenhas medo, do fim que está pra chegar!

sexta-feira, outubro 15, 2010

Carolina e o peso da delicadeza

Carolina, sempre gostei deste nome,
dá um nó na língua quando se tenta falar...
bela que só ela,
um dia adoraria vê-la numa janela
e descobrir num singelo sorriso,
o brilho ao ver um passarinho avoar.

Sempre querendo a leveza de um peso
que não pode suportar,
anda pela estrada escondendo
o beijo que ousou roubar.

Esqueceu um trago à mesa,
abriu a geladeira e fechou os olhos
ao encontrar uma charmosa surpresa,
era uma debochada careta
que reclamava a falta de espaço para toda aquela delicadeza.

domingo, outubro 03, 2010

Pernas e atomicidades

Lisas levemente arredondadas num balançar ritmado.
Num encanto figurado,
Amanheço em meu copo de tristezas,
vazio, rachado em pedaços...
Ah, quem me dera degustar...
Provar cada uma delas.
Tamanhos, cores e formatos
cheiros suaves ao tato...
E no momento exato em que beijo o asfalto,
O espaço se contrai tintilando o átomo
Que construiu a razão de ser abstrato
No meu bel prazer inconsolável.

sábado, outubro 02, 2010

O cubo

O cubo tem seis lados.
Seis lados se tem e faz um cubo.
Como um cavalo alado,
tudo que descubro
tem seu rumo intacto.
Mudo, profundo, cubo.
Feito pela minha consciência,
Eu crio meu mundo, como
se descobrisse ausência.
Afinal, nasci do tudo absurdo
ou absoluto nada?!

sexta-feira, novembro 06, 2009

Lábios

Queria percorrer o muco
De teus grandes lábios
Percorrer delirante e profundo
Sentir teu cheiro,sentir...
Enxergar as águas de teus olhos alegres
Lamber vorazmente cada centímetro em branco intocado
Das víceras de tua porta que exala os sons da palavra.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Nosferatu apaixonado

Suga o meu sangue
Escarra em minha boca
Rasga minha pele Enegrece meu espiríto Cospindo em minha alma
Que não cansarei de beijar teu coração...

domingo, agosto 10, 2008

Diluindo-se

Já sentisse a leve leveza?
...é um extremo, o indescritível
a finalidade de como, se pode ser
o que se que ser
e ao mesmo tempo não podendo ser.
by:Wagner Bezerra Pontes

quarta-feira, maio 21, 2008

Ontem

Ontem eu vi uma misera luz no ar
Jogada como uma incontestável relação que há,
Entre a escuridão e a luz.
Qual importância de se ter um espírito?
Mas será que nada é o infinito?!
Como se não soubesse amar
Você chega tão perto só para provocar
O sorriso de um anjo veio até mim...
Não sei exatamente o que senti,
Mas uma relação de tê-la vivido, me fez acordar.
Ainda acho que já a vi em algum momento e lugar...
by:Wagner Bezerra Pontes

sexta-feira, maio 02, 2008

Estação marcada

Estação marcada
Há um espaço entre você e eu
Mais alguns passos e um beijo,adeus.
Nuvens que marcam o céu,
Apenas letras borradas no papel.
Um semblante que não tem fim
Me embriaga com a beleza desse jardim
E uma rosa cálida,
Esta memória me basta.
Em um espaço que desejo
Me faz lembrar
Meus passos que nunca vejo
Marcados no chão
Está o sangue de teu coração
Que não quis evaporar...
Mas ainda te espero na próxima estação,
Te espero sem um coração pra te dar.
by:Wagner Bezerra Pontes