Olá, antes de fazer a publicação deste post eu achava que já o havia escrito por aqui, e procurando pelo blog percebi que estava certo. E para falar a verdade, só o postei por causa de tê-lo achado em uma folha (amassada) entre meus cadernos (o texto que está escrito abaixo). E aqui está o link do texto já antes publicado: (E pelo que me parece, achei melhor do que este publicado agora, fico devendo outro texto novo, abração e até amanhã!(14/04/09)).
Cinco da manhã o alarme o desperta, distante e agudo, fazendo-o pensar por um instante que nada fazia sentido as árvores, os passáros, o silêncio... deitado no quarto escuro e abafado pelo calor da manhã que o consumia e crescia cada vez mais e mais, pensava: nada deveria estar ou ter acontecido naquele momento...
Cinza, vaga e freneticamente a lembrança tornava-se viva. Aquele gato morto na estrada... olhava-o e de repente... droga, logo nesta hora tenho que aturar este episódio cínico!!! Sim, nada restou, apenas um estalo no ar ressoado dos ossos, os quais restaram de sua pequena cabeça esmagada pela gritante roda veicular... já morto, a tristeza me bateu no peito, não pela póstuma vida, mas por sua última existência fisíca ter acabado naquele instante, e justamente ali a minha frente...


2 comentários:
é só amigo mesmo!
que bom que você voltou. :)
Nossa! Clarisse Lispector?! Fiquei cheia de pernas agora! kkkk ;) Obrigada, é muita gentileza sua! ;*
A propósito, texto bastante interessante o seu! =)
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